Momento poético
Este poema é uma lição de vida. Em vez de se entregar à tristeza do seu quarto tão escuro, a moça inventa um lindo jeito de iluminar a sua vida. Telha de vidro Quando a moça da cidade chegou veio morar na fazenda, na casa velha... Tão velha! Quem fez aquela casa foi o bisavô... Deram-lhe para dormir a camarinha, uma alcova sem luzes, tão escura! mergulhada na tristura de sua treva e de sua única portinha... A moça não disse nada, mas mandou buscar na cidade uma telha de vidro... Queria que ficasse iluminada sua camarinha sem claridade... Agora, o quarto onde ela mora é o quarto mais alegre da fazenda, tão claro que, ao meio-dia, aparece uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos, que - coitados - tão velhos só hoje é que conhecem a luz do dia... A luz branca e fria também se mete às vezes pelo clarão da telha milagrosa... careteia no espelho onde a moça se penteia. Que linda camarinha! Era tão feia! __ Você me disse um dia que sua vida era toda escuridão cinzenta, fria, sem um luar, sem um clarão... Por que você não experimenta? A moça foi tão bem sucedida... Ponha uma telha de vidro em sua vida! (Rachel de Queiroz) by Drica^^
- Postado por: Drica Oliveira às 21h17
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Eu quero...
Quero voar, poder sentir todo meu corpo vibrar. Quero viver uma aventura sem me arrepender. Fazer de tudo que eu quiser, me sentir livre. Não quero mais viver assim, nessa gaiola que se chama vida. Quero sentir adrenalina e voar... o mais alto que eu alcançar. Quero fazer tudo que deixei de fazer. Quero ser eu mesma, sem ter que agradar a ninguém mais. Tudo que sonhei quero realizar, sonhar também é viver. Tudo pode ser real se você acreditar. Acreditar em si mesmo. Acreditar em tudo que existe, basta só acreditar e voar... (Andrielle R. de Oliveira) by Drica^^
- Postado por: Drica Oliveira às 20h42
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